A Sexualidade do Pastor

Querido pastor, se sua vida sexual é boa, poderá ser excelente e, se já é excelente, poderá ser fantástica. A máxima o que é bom pode melhorar é plenamente aplicável à sexualidade em toda a extensão da expressão.
O Projeto NaContraMão que tem abordado o tema da sexualidade entre os jovens e adolescentes dentro das igrejas, abre aqui um espaço para servir nossos companheiros de ministério, os pastores. Segue abaixo o que chamamos de: Os Dez Mandamentos da Sexualidade do Pastor. Porém antes de adentrarmos no assunto profundamente, pedimos para que os queridos pastores reflitam a respeito da qualidade de sua vida sexual. Sabemos que suas igrejas tem crescido muito, a vida financeira tem se estabilizado, o ministério pessoal está no melhor momento, mas pergunto: Como anda sua vida sexual?
Você pode até não acreditar mas a qualidade de sua vida sexual com certeza vai refletir em seu ministério.

O Evangelho, a Igreja e nossas Vaidades


Sabemos que o Evangelho é simples, quem às vezes o complica somos nós, os homens.
A Igreja? Hum... A Igreja é a noiva de Cristo, mas confesso que as vezes somos tentados a toma-la como esposa.
E as nossas vaidades ein? O Pregador disse: “Tudo é vaidade”.

Pessoas, Problemas e muito Trabalho

     

O fato, porém, é que a igreja brasileira tem experimentado um crescimento numérico fenomenal. A própria mídia denominou o evento como o “bum evangélico”. Milhões de pessoas tem se achegado ao corpo de Cristo nestas últimas décadas. Somos em torno de trinta mil denominações diferentes. Junto com todo este povo chegaram também seus problemas, estigmas malignos, traumas e toda sorte de ataduras espirituais e ligaduras de impiedade. O mundo tem se deteriorado tanto, que oitenta por cento das pessoas que tem chegado em nossas igrejas necessitam ir para uma UTI da alma.

Garota Cristã x Moda


Muitas pessoas acham que "ser crente" (como elas dizem) é sinônimo de ser "cafona". Isso não é verdade! Não é porque você é uma garota cristã que você tem que usar roupas "ridículas"! A Bíblia não diz que nosso corpo é o templo do Espírito Santo? Então! Você tem mais é que se cuidar, ficar bonita. Mas (e é aí onde mora o perigo) estar ciente que nem todo o tipo de roupa você poderá vestir.
A roupa será o seu "Slogan", ela transmite mensagens, e mostra um pouco ou muito sobre quem você é. Garotas Cristãs devem mostrar que são Cristãs, e isto através de suas roupas também.
Isso não significa se vestir mal, ou que todas as suas blusas devem ter escrito "Sorria Jesus Te Ama". Mas que você não deve vestir TUDO o que o mundo veste. Dá pra se vestir mmmuuuuuuito bem... Quer saber como? Então Leeeeeeia!

Agostinho ou Pelágio ???


A maioria de nós é agostiniana nos púlpitos. Pregamos a soberania de nosso Senhor, a primazia da graça e a glória de Deus: "Porque pela graça sois salvos... não de obras, para que ninguém se glorie" (Ef 2:8,9). Mas, no minuto em que deixamos o púlpito, passamos a ser seguidores de Pelágio. Em reuniões, sessões de planejamento, tentativas obsessivas de atender às expectativas das pessoas, ansiedade de agradar e pressa de cobrir todas as bases, praticamos uma teologia que coloca nossa boa vontade como fundamento da vida e estimula o esforço moral como sendo o elemento básico para se agradar a Deus.

“O dogma produz o comportamento característico do líder: se as coisas não estão indo bem o suficiente, haverá melhora se eu trabalhar um pouquinho mais e levar os outros a fazê-lo também. Inclua um comitê aqui, recrute mais alguns voluntários ali, introduza mais algumas horas de trabalho no dia”.

Pelágio era um herege único e Agostinho um santo sem igual. Pelo que se sabe, Pelágio era polido, cortês, convincente e parece que todos gostavam imensamente dele. Agostinho desperdiçou sua juventude com imoralidade, tinha algum tipo de problema freudiano com sua mãe e fez uma porção de inimigos. Mas todos os mestres teólogos e pastorais concordam com que Agostinho partiu da graça de Deus e por isso agiu certo e Pelágio do esforço humano, portanto, errado.

Se fôssemos agostinianos fora do púlpito da mesma forma que somos quando estamos nele, não teríamos dificuldade em descansar em Deus. Como é que Pelágio foi tornar-se o nosso mestre? Nossa atração disfarçada por Pelágio não nos levará à excomunhão, ou à fogueira para sermos queimados, mas mutila severamente nosso trabalho pastoral e, conquanto não seja doloroso pessoalmente, é catastrófico para a saúde e integridade da Igreja.



Extraído do Livro: Um pastor segundo o coração de Deus – Eugene Peterson